sábado, 5 de maio de 2012




1° ENCONTRO DE MILITANTES DA PASTORAL DA JUVENTUDE DO RIO DE JANEIRO.
VENHAM PARTICIPAR JUNTO CONOSCO!!!!!



Concurso para Cartaz e Música do Ano Missionário da PJMP


A Comissão Nacional da Pastoral da Juventude do Meio Popular (CNPJMP), querendo avançar no seu projeto missionário, propõe uma sintonia em nossas atividades em nível nacional. Para que isso aconteça, é necessário que você contribua com o processo de articulação e desenvolvimento do nosso Ano Missionário.


Sabemos da pluralidade da composição e atuação da nossa PJMP, nossa organização e os tipos de intervenção que fazemos nos espaços em que estamos inseridos. Além de considerar a nossa realidade, o Ano Missionário tem como horizonte temporal a XV ANPJMP (Assembleia Nacional da PJMP), que será realizada de 30/05 a 02/06/2013 na Arquidiocese de Goiânia – GO, e a nossa participação na Jornada Mundial da Juventude em julho de 2013 no Rio de Janeiro. Espera-se colher os frutos das nossas atividades durante o processo de preparação e realização do IV Congresso Nacional da PJMP, que celebrará os 35 anos de caminhada e que será realizado de 13 a 19/01/2014 em Pernambuco.


Para avançarmos nesse projeto missionário, é imprescindível considerarmos a defesa da vida em todas as suas manifestações, a necessidade da resistência contra o avanço das ideias e práticas que acabam com a vida no nosso meio popular, e o protagonismo jovem na mudança estrutural da sociedade brasileira, anunciando o Reino como o Cristo Jovem e Libertador com iniciativas nas áreas social, política, econômica e eclesial. Em outras palavras, anunciar significa denunciar as condições em que vive a nossa juventude, de modo a propor um projeto de transformação dos/as jovens para toda a sociedade.


A ideia do concurso para o Cartaz e Música do Ano Missionário da PJMP é atender a todos os requisitos acima descritos, e com isso fortalecer a nossa PJMP. Para tanto, é necessário que as propostas de cartaz e música sejam encaminhadas para o correio eletrônico pjmpcomunica@gmail.com até o dia 24 de junho de 2012.


Cartaz – tem que estar em tamanho A4 e em alta resolução, no formato PSD (Photoshop) ou em outro programa que permita imagens de alta resolução (Corel Draw, Inkscape, etc.), e no formato JPG.


Música – tem que estar disponível no Youtube, e deve ser encaminhado para o endereço eletrônico pjmpcomunica@gmail.com o link no Youtube, a letra e, se possível, a cifra da música.


Sua contribuição é fundamental para que o Ano Missionário da PJMP seja um tempo de trabalho árduo e fecundo para a juventude do meio popular.

Código Florestal: esta base aliada vale a pena?

O que vimos na Câmara dos Deputados com a votação do Código Florestal foi uma cena vergonhosa. O desserviço que a Casa envia à presidenta Dilma não é comemorado pela maioria da sociedade brasileira. Ao contrário, em ano de Rio + 20, o que foi aprovado é a motosserra em nossas florestas, o desrespeito à nossa 
Amazônia, às nossas águas, aos nossos mangues, ao nosso meio ambiente. É uma afronta aos nossos camponeses. Estes, os verdadeiros preservadores do meio ambiente, por vezes tiveram sua identidade manchada por aqueles que teimam tomar a nossa voz, de camponês, para justificar o absurdo que aqui foi votado.

Nós, nordestinos, por vezes, fomos evocados para justificar o injustificável. Deu dor de estômago!

Desde o começo, os comprometidos com a agricultura camponesa, familiar e o meio ambiente sabíamos que a situação era difícil e complicada: não podíamos criar novos textos, mas escolher o texto do Senado, que apesar de ter pontos problemáticos, ainda era melhor que o da Câmara, que pode ser apelidado de Código Ruralista.

Tivemos uma aula de como a luta de classes é presente, ainda que muitos teimem em dizer que ela não existe: a bancada ruralista, uníssona em seus interesses, em detrimento daqueles que lutam pela produção de alimentos saudáveis, que precisam da natureza preservada para a sua sobrevivência.

Neste caso, não existe base aliada! Pergunto-me: vale a pena ter uma aliança tão ampla? Esta base está comprometida com os seus interesses, não com os projetos do povo. É a mesma base que não quer a reforma agrária, a mesma base que quer tirar o poder de nossa Presidenta de titular terras aos indígenas com a PEC 215; é a mesma base que emperra a votação da PEC do Trabalho Escravo há anos no Congresso Nacional.

No caso do Código Florestal, repito: da mesma forma que o relatório de Aldo Rebelo foi uma vergonha, o mesmo pode ser dito do relatório de Paulo Piau.

Precisamos impedir a possibilidade de recuperar só metade das áreas que foram desmatadas em beiras de rios e nascentes até junho de 2008; a desobrigação de recuperar as reservas legais desmatadas até 2008 para todos os imóveis com até quatro módulos fiscais; a possibilidade de recuperar ou preservar a reserva legal e/ou a Área de Proteção Permanente em outra propriedade de um mesmo bioma. 

Temos ainda que impedir que haja a autorização da recomposição das reservas legais e áreas de proteção permanentes com até 50% de espécies exóticas, o que aumentaria os desertos verdes de eucalipto e pinus, além da permissão do plantio de lenhosas em áreas com inclinação maior de 45° e topos de morros.

O Núcleo Agrário do PT trabalhará pelo Veta Dilma! É preciso mais que nunca uma grande mobilização social para não retroceder!

*Deputado Valmir Assunção (PT-BA) é coordenador do Núcleo Agrário do PT, vice-líder do PT na Câmara.

Ex-delegado diz ter matado e incinerado militantes na ditadura

Em Memórias de uma Guerra Suja (Editora Topbooks), livro lançado pelos jornalistas Marcelo Netto e Rogério Medeiros esta quarta-feira, o ex-delegado Cláudio Guerra, de 71 anos, afirma ter participado da morte de ao menos 12 guerrilheiros e incinerado os corpos de outros desaparecidos durante a ditadura militar (1964-85). Guerra diz ter decidido confessar os crimes após se tornar pastor evangélico. As informações são do jornal Folha de S. Paulo.

O ex-policial promete prestar depoimento à Comissão da Verdade sobre 10 corpos que teriam sido queimados no forno de uma usina de açúcar pertencente à família do ex-governador do Estado do Rio Heli Ribeiro Gomes. 

Ele cita entre essas vítimas David Capistrano, João Batista Rita, Joaquim Pires Cerveira, João Massena Mello, José Roman e Luiz Ignácio Maranhão Filho, do PCB (Partido Comunista Brasileiro). 

Completam a lista: Ana Rosa Kucinski e Wilson Silva, da ALN (Ação Libertadora Nacional); Joaquim Pires Cerveira, da FLN (Frente de Libertação Nacional); Eduardo Collier Filho e Fernando Augusto Santa Cruz Oliveira, da APML (Ação Popular Marxista-Leninista). O paradeiro desses desaparecidos políticos nunca foi informado às famílias.

Fonte: http://www.jb.com.br/pais/noticias/2012/05/03/ex-delegado-diz-ter-matado-e-incinerado-militantes-na-ditadura/

PT 32 Anos, no desenvolvimento do País.